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A VALSA Nº 6

O único monólogo escrito por Nelson Rodrigues gira em torno dos questionamentos póstumos de uma jovem de 15 anos, assassinada enquanto tocava piano. Depois de morta, Sônia tenta montar o quebra-cabeça de suas memórias e reconstruir os acontecimentos de sua vida, revelando uma história de violência, física e psicológica, e conflitos entre o real e o irreal. A pluralidade dos corpos em cena reforça a singularidade de Sônia. "Quem é Sônia? E onde está Sônia?" É como Nelson inicia. E foi assim que iniciamos também. Quem é Beatriz? Mateus? Rodrigo? Mirielen? Lilian? Ítalo? Rafael? Victor? Onde estamos? E quando estamos? 1951 ou 2019 altera completamente a perspectiva ao ler o texto. O que falamos hoje com essa obra? Assassinato? Abuso? Feminicidio? Quais são os corpos matáveis? A busca foi de alcançar, com a nossa história, a história de Nelson. No palco, nós, vocês e Sônia.

TEXTO - NELSON RODRIGUES

DIREÇÃO - VICTOR ROSA

ELENCO - BEATRIZ BELINTANI, RODRIGO ODONE, LILIAN ALVES, MATEUS TORRES, MIRIELEN DOLLVIK

PIANISTA E ARRANJADOR - RAFAEL SALGADO

FIGURINOS - ITALO IAGO

Espaço Elevador (Bela Vista)

maio de 2019

Mostra dos Teatros Independentes de São Paulo (Virada Cultural)

maio de 2019

 

Casa Amarela (Consolação)
sessão especial em julho de 2019

 

Público total de mais de 300 pessoas

fotos Italo Iago 
apoios
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