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Companhia Queda Livre de Teatro foi criada em 2017 na busca pela libertação dos padrões estéticos impostos pelo textocentrismo clássico, de forma que a pesquisa e criação pudesse se lançar sem resistências na experimentação de novos modos de encenação e linguagem, de novas poéticas e estéticas, como sugere o seu nome.

 

"Entre 4 Paredes", de Jean-Paul Sartre, estreou em 2018 e é o primeiro trabalho da Queda Livre. Com direção de Gilson Totti Dias, a peça busca, através do projeto de encenação e interpretação, propor novas leituras e significados dessa obra, trazendo um olhar contemporâneo. Foram realizadas duas temporadas, a primeira no iNBOx Cultural e a segunda no Satyros Um, além de ter feito parte da Mostra de Teatros Independentes em São Paulo, durante a Virada Cultural.

 

Em 2019 estreou "A Valsa Nº 6", de Nelson Rodrigues no Espaço Elevador, dando continuidade à pesquisa de encenação e interpretação em busca de um novo olhar sobre esse texto. Além da temporada, a peça também participou neste ano da Mostra de Teatros Independentes em São Paulo, durante a Virada Cultural.

 

O curta-metragem "SÓS" é um trabalho autoral de criação coletiva que foi criado e desenvolvido de maneira totalmente remota durante a pandemia da covid-19 em 2020 como uma proposta investigação da linguagem virtual na qual se buscou trazer a videoconferência como linguagem essencial para o argumento da situação vivida pelas personagens. O projeto ganhou Prêmio Funarte RespirArte neste mesmo ano. 

Em 2021, com apoio da Lei Aldir Blanc, a Cia. Queda Livre estreou "SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo" com direção de Beatriz Belintani, que dialoga com o curta, mas radicaliza e potencializa as escolhas éticas e estéticas, tendo sido realizada também totalmente online, mas desta vez ao vivo, numa proposição verdadeiramente híbrida entre teatro e vídeo. Em 2022, o trabalho participou da Mostra Videográfica do FarOFFa (agitação cultural que ocorre paralelamente à MiT com produção da Corpo Rastreado).

 

Também em 2022, a dramaturgia da peça "SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo", escrita por Beatriz Belintani, foi publicada em livro, pensada para ser uma experiência de leitura-escuta. O livro acompanha cápsulas sonoras para serem ouvidas enquanto se lê, criação que contou com o trabalho da artista sonora Camila Couto. Atualmente as duas artistas dão continuidade à pesquisa sobre dramaturgia expandida que su​rgiu a partir desse trabalho.

O podcast "Dramaturgia Expandida - As palavras das imagens, as imagens dos sons" foi lançado em 2023 no Spotify, com apoio do ProAC Editais, criado e apresentado por Beatriz Belintani e Camila Couto, com objetivo de falar sobre esse conceito do teatro contemporâneo, a partir do processo de criação das dramaturgias (textual e sonora) de "SÓS: ao cair de mim morrerei vivendo"

Você pode conhecer mais na aba trabalhos.

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