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SÓS: AO CAIR DE MIM MORREREI VIVENDO

Projeto concebido em linguagem híbrida entre teatro e vídeo

Contemplado pelo Edital ProAc Expresso Lei Aldir Blanc 36/2020 “Produção e temporada de espetáculo de teatro com apresentação online”.

 

Época da ação: Desconhecida.

Local: Sala de videoconferência.

Personagens: 0506, 1103, 1310 e 1511*

*ou Caos, que é a própria escritora dessa história.

Acontecimento: A escritora questiona e provoca as demais personagens, até que elas não consigam mais sustentar a imagem que construíram delas mesmas. Enclausuradas em suas casas e sem conseguir sair da videochamada, a única salvação parece ser olhar para fora, olhar as outras pessoas.

Convidades: ...

 

Apesar da estratégia duvidosa (rs), proponho uma espécie de jogo esteticamente absurdo e surreal para que cada um(a) busque uma mudança verdadeira em si. Só assim será possível uma mudança maior: coletiva. É muito fácil criticar o mundo a nossa volta, difícil é olhar pra si, para as nossas próprias falhas. Tudo tem uma falha e é por aí que a luz entra.” – Palavras da diretora e dramaturga Beatriz Belintani.

CONCEPÇÃO, DIREÇÃO E DRMATURGIA - BEATRIZ BELINTANI

ELENCO - BEATRIZ BELINTANI, LILIAN ALVES, OLIVER OLÍVIA, RODRIGO ODONE

ORIENTAÇÃO DE DIREÇÃO E ATUAÇÃO - FABIANA MONSALÚ

ORIENTAÇÃO DE DRAMATURGIA - GILVAN BALBINO

DRAMATURGIA SONORA - CAMILA COUTO

CRIAÇÃO DE LUZ - MARISTELLA PINHEIRO

COMPOSIÇÃO DE ESPAÇO CÊNICO - ITALO IAGO

OPERAÇÃO DE SOM - CAMILA COUTO

OPERAÇÃO DE TRANSMISSÃO - SOL FAGANELLO

ASSESSORIA DE IMPRENSA - DVP Comunicações

Via Zoom (online e ao vivo)

março de 2021

Mostra Videográfica do FarOFFa

junho de 2022

Veja também:

CARTILHA POÉTICA PARA NÃO MORRER COMPLETAMENTE

Vídeo teaser:

Livro:

SÓS livro.jpg

APRECIAÇÕES

"Gostamos muito e ficamos incomodados também. Uma coisa que já estávamos nos isolando antes do isolamento e a incerteza se vamos mesmo querer abrir a porta depois. Nunca questionamos isso, até agora. Vimos uma síntese da peça no espremer da laranja, que me levou a Bauman, à modernidade líquida. Pra nós isso foi lindo e mortal..."

"A dramaturgia reflete a expressão de tudo que estamos vivendo  por meio de quem está sofrendo ou aprendendo com este novos tempos... e aí vem muitas perguntas: que teatro é esse que vamos reinventar? O que podemos fazer e falar para o próximo, para quem está na nossa janela?  Como ocupar nosso mente, corpo e ações?"

"[A encenação] nos mobiliza a pensarmos, através de vocês, novos caminhos de convivência, atuação, expressão artística, reflexão sobre a vida..."

"Obrigada por manterem o teatro vivo!"

“Brilhante, e bonito, e poético.”

“A partir do momento que você vai narrando sua   história, você vai descobrindo quem é você no final de tudo, então gostei muito do storytelling, da ficção como realidade.”

“A presença e o sensorial são próprios do teatro   presencial e eu tô muito impactada de ver isso aqui, porque eu não tinha visto desse jeito antes.”

“Senti o teatro a todo momento.”

“O jeito que nos é restrita a liberdade é muito sutil, então é justo retribuir na mesma moeda da sutileza o jeito que vocês fizeram essa crítica.” 

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